Se o inferno tivesse uma redação, seria parecida com a mídia brasileira cobrindo, ou escondendo, o que acontece no México.
O México está em convulsão. E não por desmatamento ou qualquer pauta artificial produzida por ONGs internacionais. A juventude cometeu o pecado imperdoável da cartilha globalista. Rasgou o encanto. E um assassinato político foi a pólvora que fez a fantasia ruir.
Carlos Manzo foi o sétimo prefeito assassinado desde 2022. Dois líderes da oposição mortos em duas semanas. Nas ruas, a população mexicana, exausta de assistir ao desfile de assassinatos, explode em indignação.
Claudia Sheinbaum sente a rachadura em seu reinado e reage como todo governo esquerdista acuado: com mais repressão, mais força bruta e mais silêncio imposto. É o movimento previsível de quem integra o ecossistema do Foro de São Paulo, fundado por Lula, que opera articulando governos alinhados e regimes tolerados.
No fim das contas, Nepal, Madagascar, Peru e Indonésia mostram que povos despertam quando querem, e não quando a mídia autoriza. Em cada canto do planeta, cresce o cansaço com Estados capturados por partidos, ONGs e cartéis.
A história não discute com seus censores; apenas os esmaga e segue em frente.




