Tiraram o “Bozo”, ganharam o Big Brother do Stalin

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Desde que Jair Messias Bolsonaro deixou a presidência, o Brasil…

1) Se colocou como vassalo oficial do eixo russo-chinês. A venda de nossas terras raras ao regime de Xi Jinping triplicou em 2025.

2) No cenário internacional, passou a ser visto pelos Estados Unidos, a maior democracia do mundo, como uma nação instável, hostil à liberdade, que articula contra o dólar e persegue opositores com método e constância.

3) Internamente, consolidou-se um ambiente em que a sanha arrecadatória se tornou permanente. Multiplicam-se impostos e, com a chamada “reforma” tributária, pavimentaram o caminho para ostentar o maior IVA do mundo.

4) O líder mais popular do país, sem qualquer mácula de corrupção, foi colocado em prisão domiciliar por simplesmente aparecer em um vídeo. Um aviso claro: não basta silenciar, é preciso humilhar.

5) O Marco Civil da Internet, que um dia foi referência de equilíbrio, foi desidratado para punir empresas de tecnologia por conteúdos publicados por terceiros. Um “avanço” que inaugura oficialmente a era da censura prévia.

6) E, para coroar o espírito do tempo, o próprio presidente da República declarou recentemente que se tornará “cada vez mais esquerdista e comunista”. Ao menos, nesse ponto, há franqueza.

“Tirar o Bozo”, como gostavam de repetir os engomados, foi apenas o primeiro passo. A meta real sempre foi eliminar o único obstáculo relevante ao avanço da máquina stalinista.


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