O Novo Evangelho da OMS

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O sujeito está com 40 quilos acima do peso, toma cinco remédios por dia e bebe refrigerante como se fosse água benta… mas exige “a fonte” quando alguém lhe diz que o establishment não é confiável.

Ele jamais leu um artigo científico inteiro, nem entende a diferença entre correlação e causalidade. Mesmo assim, se transforma, de súbito, num inquisidor cartesiano da ciência , mas não de qualquer ciência. Apenas daquela domesticada, chancelada pelos departamentos que recebem bilhões para manter a população dopada, dócil e doente.

Esse sistema não precisa te algemar. Ele só precisa te cansar. Basta entupir sua mente com slogans, sua barriga com açúcar, sua alma com vazio. Depois, oferece comprimidos coloridos e diagnósticos em série como se fossem indulgências modernas. E você agradece, de joelhos, não pela cura, mas pela permissão de continuar afundando com anestesia.

A fonte, meu caro, é a própria realidade, escancarada, evidente e nua diante dos seus olhos. Para enxergá-la, contudo, seria preciso uma coragem que não se encontra em diplomas ou nos manuais da OMS.

Mas a maioria prefere o conforto do rebanho ao desconforto da lucidez. Pensar por conta própria virou ofensa. Questionar virou “negacionismo”. E confiar nos próprios sentidos é agora um atentado contra “o consenso científico”, essa nova divindade laica que fala pelos lábios dos burocratas.

Você não precisa ser médico para notar que tem algo errado com uma geração que nunca foi tão medicada… e nunca esteve tão doente. Nunca se falou tanto em saúde mental, e nunca tivemos tantos jovens dopados com tarja preta por não suportarem a vida como ela é. Coincidência? Só se você ainda acredita em papai-noel.

Nos vendem “bem-estar” com rótulo de pílula. “Liberdade” com QR Code. “Ciência” com grife estatal. Tudo embalado para quem trocou a busca pela verdade por uma coleira confortável. E quando alguém aponta, a resposta vem pronta: “Qual a sua formação para dizer isso?” Ora, a formação que faltou à maioria: a capacidade de observar, refletir e dizer o óbvio.

Quando tudo o que você conhece vem filtrado por uma máquina ideológica bilionária, que decide o que você pode comer, pensar, sentir e até temer, o mínimo que se espera é uma dúvida. E essa dúvida, hoje, é subversiva. Por isso, conserve-a. Questione. Desconfie. Antes que te prescrevam o esquecimento em cápsulas.


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