O futuro nas mãos do Brasil: a eleição de Flávio Bolsonaro será decisiva

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Neste domingo, teremos a oportunidade única de reescrevermos a história do país. Após anos de abusos e arbitrariedades do Supremo Tribunal Federal, que silenciou as vítimas do 8 de janeiro e Jair Bolsonaro, a força política da direita ressurgiu contra o sistema e chegou às urnas como o maior trunfo nesta eleição. Flávio Bolsonaro, com a devida habilidade política, ascendeu com a missão de devolver ao país a segurança, a liberdade e o respeito às famílias. Do outro lado, Lula está visivelmente abalado: com medo da reprovação popular e do fim de um projeto de poder – da esquerda – que o povo cansou de sustentar.

O primeiro turno já mostrou para onde o país quer caminhar. Ao contrário da esteira de quase todos os institutos de pesquisas, Flávio Bolsonaro recebeu 47,03% dos votos válidos, mais de 56 milhões de votos, contra 45% de Lula. Foi uma votação que mostrou um país cansado de promessas e com anseio de mudança. Agora, no segundo turno, chegaremos com a maior força conservadora em décadas da história política brasileira.

É importante reconhecer que o preço dos alimentos chega à mesa antes de qualquer discurso, como um termômetro eleitoral. Em setembro, a inflação em 12 meses chegou a 4,58% e passou do teto da meta do Conselho Monetário Nacional. O tomate subiu 37,76% no mês, e o grupo alimentação e bebidas voltou a subir depois de três meses de queda. Quem faz a feira e o mercado do mês sente essa realidade no bolso. O Brasil precisa de um governo que respeite o dinheiro de quem trabalha e dê previsibilidade a quem produz; e não de um governo que faz promessas populistas e sarcásticas, como a tal da picanha.

Além disso, a liberdade do nosso povo não pode ser negociada. Um tribunal que investiga, acusa e julga cria, em milhões de brasileiros, a sensação de arbitrariedade. Esse excesso tem rostos e famílias: mais de duas mil pessoas foram acusadas e presas injustamente pelas decisões absurdas do Supremo Tribunal Federal; 179 envolvidos seguiam presos três anos depois, e um empresário que doou R$ 500 para um ônibus foi condenado a 14 anos. Essa eleição, acima de qualquer disputa ideológica, trata-se de conceder a justiça necessária a todos os envolvidos nos atos do 8 de janeiro. Será dada, automaticamente, após o nosso triunfo nas eleições presidenciais, a anistia geral e irrestrita a todos os brasileiros perseguidos e partícipes daqueles fatos.

No tocante à segurança pública, as facções estão dominando territórios, recrutando as nossas crianças e impondo o medo a quem só quer viver em paz. Enquanto Flávio Bolsonaro elabora e articula o plano “Brasil sem Medo”, propondo tratar as facções criminosas como organizações terroristas, Lula defende declaradamente os traficantes, mencionando, inclusive, o seu desejo de acabar com a polícia, em debate ao vivo na TV Globo para todo o país. Além disso, o ex-presidiário, a quem a esquerda trata como presidente, repudia abertamente qualquer forma de enquadrar as facções criminosas como grupo terroristas. O triunfo da direita, nesta eleição, representa a repressão absoluta ao crime organizado, que será tratado como uma ameaça às famílias brasileiras.

A esquerda, assim como em qualquer processo eleitoral, tenta, desesperadamente, virar a eleição através de falácias e argumentações desguarnecidas de fundamentos, entre as quais a de que Flávio Bolsonaro reprimiria as políticas sociais do povo brasileiro. Sabe-se, entretanto, que em nenhum governo houve tanta atenção aos programas sociais como o de Jair Bolsonaro, que, pela primeira vez em diversos anos, reajustou o auxílio conferido aos mais necessitados para R$ 600, à época.

Os programas e as estruturas de benefício sociais à população brasileira manter-se-ão, em um eventual governo de Flávio Bolsonaro, cada vez mais crescentes, uma vez que há interesse em desmistificar a ideologia de pobreza e escassez que a esquerda implementou no país, sobretudo em uma região visivelmente estratégica: o Nordeste.

A herança política deixada por Jair Bolsonaro está viva em seu filho, Flávio, que carrega, além do sobrenome que marcou o melhor presidente do Brasil, características inerentes ao seu pai, com posições firmes e combativas à esquerda, porém com uma versão extremamente atualizada e articulada de um projeto de país que milhões de brasileiros abraçaram. A vitória de Flávio Bolsonaro será decisiva para um país com com liberdade, segurança e prosperidade. O futuro está em nossas mãos.


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