Donald Trump acaba de anunciar que vai processar George Soros e seu filho Alex com base na Lei RICO, aquela mesma usada contra mafiosos. Convenhamos: se a lei foi feita para desarticular organizações criminosas, não poderia haver endereço mais adequado.
A Open Society funciona há décadas como um polvo global, com tentáculos em ONGs, partidos, jornais e universidades. Tudo sempre embalado no discurso pomposo de “democracia” e “direitos humanos”, enquanto por trás se arma uma engenharia social calculada para dissolver fronteiras, corroer soberanias e fabricar marionetes políticas. Não é à toa que países como a Hungria já escancararam as portas da casa para expulsar esse tipo de influência corrosiva.
E não pense que Alex Soros andou por aqui a passeio. Sua vinda ao Brasil tem tudo a ver com a COP 30 em Belém, que virou o palco perfeito para esse teatro globalista. Sob o manto da “sustentabilidade”, escondem a velha receita: usar o meio ambiente como pretexto para impor agendas que mantêm países em desenvolvimento de joelhos diante de bilionários sem voto e de burocratas internacionais.
Trump, com seu estilo direto, nomeou o problema e partiu para o ataque jurídico. Ao colocar Soros e seu filho na mira da Lei RICO, expõe aquilo que sempre foi tratado como “teoria da conspiração”: a Open Society age como uma organização que movimenta bilhões para redesenhar sociedades à sua imagem e semelhança, sem prestar contas a ninguém.
A pergunta que fica é: até quando povos inteiros aceitarão ser instrumentalizados por uma elite que se acha acima da lei? Trump decidiu puxar esse fio. E se ele tiver êxito, pode ser o começo do desmonte do maior esquema de poder disfarçado de filantropia que o mundo já conheceu.




