Hoje, após a consolidação de quadros conservadores na política brasileira, está na moda falar que o ex-presidente é frouxo.
Esses “guerreiros templários” dizem ser os mais corajosos e possuem na ponta da língua todas as soluções para o país.
Bolsonaro, que desbravou o Congresso com as próprias mãos lutando contra lulopetismo, ativismo LGBT, impunidade para bandidos, doutrinação nas escolas e tantas outras pautas vermelhas, passa a ser subjugado por quem mal é capaz de levantar a voz para um primo esquerdista.
Evidentemente, nenhum deles enfrentaria dez comunistas de uma vez nas mais diversas comissões, em cenas que chegam a lembrar filmes de ação.
Nenhum deles ousaria tocar nos pontos sensíveis que o Jair tratava numa época em que a população conhecia apenas PT e PSDB.
Todos eles ficariam intimidados com campanhas difamatórias advindas dos maiores conglomerados de mídia do país, que tinham o poder de destruir a vida de (praticamente) qualquer um.
Se hoje parte relevante do Brasil possui certo entendimento do que acontece na política, devemos muito a esse homem, que com a sua coragem influenciou milhões de patriotas adormecidos.
O grande legado é um terreno fértil para ideias políticas conservadoras, que não podem ser freadas sequer pelas mais autoritárias facetas do Estado.