Filipe G. Martins, apontado como um dos nomes mais promissores da direita no campo intelectual, hoje é um PRESO POLÍTICO.
Aluno dedicado do professor Olavo de Carvalho, Martins trabalhou como assessor especial da presidência da República sob o governo Bolsonaro, fato determinante para que ele fosse alvejado pelas forças ditatoriais vermelhas.
Está prestes a completar a marca de 80 dias preso sem qualquer justificativa minimamente embasada. É acusado por um “golpe de estado” imaginário e por uma viagem aos EUA que NÃO ACONTECEU, e ainda que tivesse acontecido não implicaria em qualquer crime.
É assustador pensar que aquele rapaz estudioso e dedicado, que nos brindava com tantas boas reflexões sobre a política brasileira e internacional entre os anos de 2015 e 2022, hoje está atrás das grades recebendo o tratamento de bandidos da mais alta periculosidade.
A motivação, obviamente, é a mesma que colocou atrás das grades nomes como Mauro Cid e Silvinei Vasques: fomentar delações que comprometam de algum modo Jair Bolsonaro, o alvo número 1 do sistema.
Filipe Martins, reforçando ser um homem de caráter exemplar, já afirmou: “Não delatei. Não delatarei. Porque não há o que delatar”.
Nas páginas sombrias da história, sempre há aqueles cuja bravura é um verdadeiro tormento aos tiranos.
Artigo de opinião escrito em 02/05/24