1) “Não contribuímos para a volta do PT” ❌
– Uma afirmação que chega a ser patética. Além de terem feito uma oposição porca ao Bolsonaro, endossando narrativas das mais absurdas (“governo genocida”, por exemplo), ainda tiveram uma estranha “neutralidade” no embate eleitoral de 2022, deixando passar canalhices do PT e procurando pelo em ovo no então presidente. A intenção era realmente entregar o país para que tivessem algum protagonismo como oposição. O bem do Brasil nunca foi o foco.
2) “Fomos os responsáveis pelo impeachment contra Dilma” ❌
– O principal motivo para a queda da Dilma foi a inimizade com Eduardo Cunha. E até considerando a importância das grandes manifestações, o MBL simplesmente esteve no lugar certo e na hora certa. Usufruiu de incontáveis iniciativas estaduais orgânicas que trariam protestos com ou sem a presença do movimento. De 2018 em diante, mesmo com a ausência do coro de Kim e cia, tivemos diversos atos patrióticos imensos.
3) “Nunca dependemos do bolsonarismo para nada” ❌
– No início do MBL, quando eram menos conhecidos, buscavam associar a imagem deles ao Jair. Pior: em algumas excursões pelo Congresso, chegaram a ter alimentos e hospedagem fornecidos por Eduardo Bolsonaro, que acreditava na boa índole do movimento. Na realidade, a família foi vítima de uma relação parasitária com os “jovens dinâmicos”.
4) “Esquerda e MBL não se misturam” ❌
– Fazem esse tipo de afirmação enquanto o Kim e a Tábata Amaral vivem em amores no Congresso. Durante o governo Bolsonaro, integraram manifestações ao lado de nomes como Tico Santa Cruz, Ciro Gomes, Alessandro Molon e André Janones. No programa do Bial, o líder chegou a dar nota 8 para o esquerdista Rodrigo Maia…
5) “Não defendemos pessoas, e sim ideias” ❌
– Essa frase é de uma estupidez imensa. Ideias isoladas não transformam a realidade. Política precisa de pessoas, e eles sabem disso. Tanto que costuraram com nomes como Sergio Moro e João Doria enquanto foram úteis ao projeto de poder. Quando alguém não serve mais, é simplesmente apunhalado pelas costas.
Eis o modus operandi dos megalomaníacos de sapatênis e camisa de anime.