No alto de seus 77 anos, o político brasileiro parece estar cada vez mais insano.
Entre os tradicionais goles de pinga, falas cada vez mais ilógicas e confusas são proferidas.
Até a União Europeia, que enxergava o ex-presidiário como aliado contra a soberania brasileira da Amazônia, agora busca distância.
Até subcelebridades como Fábio Porchat e veículos como Estadão e Folha de S. Paulo mostram insatisfação com o péssimo nome que ajudaram a eleger.
Afinal, por que tantos absurdos em tão pouco tempo? Seria uma espécie de estratégia pessoal?
Absolutamente, não.
Não há qualquer vantagem em, ao mesmo tempo, conseguir atrair a ira de eleitores humildes, empresários, militares, famílias com portadores de deficiência e tantos outros grupos.
Quem conhece a trajetória do ex-presidiário sabe que ele costumava ser um político muito mais hábil.
Agora, na reta final de sua vida, não parece se importar muito com as consequências do que faz. Está no “modo relax”.
Foi colocado no cargo por poderosos que, evidentemente, não dão ponto sem nó e trabalham por projetos nefastos.
Esses, sim, possuem mentes perigosas e estão dispostos ao pior que pode vir de um ser humano.
Nós, brasileiros, somos tripulantes num navio sem rumo, comandados por um bêbado disposto a seguir ordens cruciais que chegam de embarcações inimigas.