Quando anunciado por Bolsonaro para o Ministério da Infraestrutura, em novembro de 2018, as minhas expectativas não eram das mais altas.
Notei que o nome em questão era altamente capacitado, mas existiam dúvidas acerca da postura política e fidelidade ao presidente.
O tempo sanou qualquer interrogação. Mesmo nos momentos mais delicados do governo, esteve firme, sem precisar sinalizar virtude e abanar para a grande mídia.
Suas incontáveis realizações frente ao cargo foram bem importantes, todavia os valores demonstrados consistiram no diferencial para receber a chancela ao governo de São Paulo.
Foi eleito com relativa facilidade e hoje comanda o estado que representa a maior potência econômica do país. E agora?
Tarcísio permanece com os seus sólidos princípios. Nomeou diversos conservadores para as secretarias que compõem o governo e recorda o legado de Jair Bolsonaro sempre que tem oportunidade, demonstrando apreço e lealdade.
O martelo Mjolnir do governador é a sua habilidade com as palavras: sempre sereno e astuto, dando pouquíssima margem de ataque para inimigos sedentos por carne fresca.
Bolsonaro permanece sendo o maior líder conservador, o que não reduz a importância de também cultivarmos quadros com o tipo de atributo visto acima.
É o perfeito encaixe de duas peças em nosso estimado quebra-cabeça político.